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Um livro é como viajar sem sair de onde se está

 

Pediram-me para falar sobre livros, questionando-me se tinha o hábito de ler, para além dos livros técnicos da área de formação (Direito). A resposta foi singela: sim!

Um dos últimos livros que li nestas férias de verão foi o “Uso da Força”, um livro de Brad Thor que apaixona o leitor logo nas primeiras páginas e cria o suspense sobre o enredo que logo ali se anuncia.

O livro aborda temas muito atuais e pertinente: migrantes que tentam chegar à Europa, a partir do norte de África, terrorismo da Jihad pelo mundo e uma trama de resgates realizados pela elite da CIA em diversos pontos do mundo.

Não sou muito de ler livros românticos, pese embora tenha lido Júlio Dinis, Eça de Queirós, Almeida Garret e outros autores mais modernos, como Carlos Ademar, Julieta Monginho, José Rodrigues dos Santos, entre outros. Gosto imenso de thrillers de investigação e de história. Na memória fica irremediavelmente gravado o “Último acto em Lisboa”, de Robert Wilson [gostei tanto que acabei por comprar outros livros deste mesmo autor], “À queima Roupa”, de Rui Araújo ou “O Processo” de Franz Kafka. Atualmente encontro- me a ler dois livros: “Homo Deus, História Breve do Amanhã”, de Yuval Noah Harari e, um mais técnico, “Manual de Investigação em Direito”, de Luís Poças.

A leitura deve entrar na nossa vida como uma outra atividade que realizamos todos os dias, tal como lavar os dentes. Após este hábito estar enraizado já não conseguimos passar sem alguns minutos de leitura por dia. Dez, quando não são dez, mais dez e mais dez minutos antes de dormir. A leitura, para além de nos fazer viajar (às vezes os livros são tão pormenorizados que vou ao Google Maps ver o street view para verificar a descrição do que acabo de ler), leva-nos a aprender vocabulário novo e a escrever com mais fluidez.

Quanto a novas palavras tenho um velho hábito: escrever as mesmas na última folha do livro, acompanhado do número da página e, depois de consultar o dicionário, escrever o seu significado. Espero que vos tenha despertado o interesse pela leitura de alguns livros que aqui mencionei.

Outros há que não referi aqui, mas o limite de espaço não permite deambular por todos aqueles que gostei. Boas leituras e carpe diem!