Conheça o testemunho de Oksana Kolesnyk, uma das estudantes de Itália que escolheu o ISCAL para fazer a sua experiência ERASMUS+.

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Oksana Kolesnyk vive em Itália e é uma das estudante que escolheu o ISCAL para realizar o sonho de fazer Erasmus+. Vem da Universidade de Milão-Biccoca e está no último ano do mestrado de Gestão Internacional. 

Em Portugal desde o início de Setembro de 2020, revela que o plano inicial era de ficar apenas um semestre, contudo, a experiência foi tão enriquecedora que planeia agora prolongar a estadia.

A jovem decidiu “escolher Lisboa porque, embora nunca tivesse estado em Portugal, ouvi falar de algumas experiências na cidade, mais especificamente no ISCAL e todos os estudantes estavam a sugerir este Instituto”. “Candidatei-me então a Lisboa como primeira opção e felizmente fui escolhida pela faculdade. Agora estou muito feliz por estar aqui”, afirma. 

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Oksana, que decidiu vir para Lisboa “quando a situação da pandemia em Portugal era boa em comparação com Milão”, garante que se sentiu muito segura no nosso país e no ISCAL. “A turma era pequena e tínhamos todas as informações dos professores sobre o que devíamos fazer e as restrições que estariam para vir. Mesmo quando alguns de nós estiveram em contato com casos positivos, bastou enviar um e-mail aos professores a explicar a situação. Foram muito prestáveis".

A estudante confessa que os horários no ISCAL são geridos da melhor forma para que os estudantes de Erasmus possam acompanhar todas as aulas que pretendem. Quanto aos professores, a italiana diz que fornecem todo o material necessário para a preparação de exames. “Se precisarmos de ajuda, os professores estão sempre prontos para explicar melhor a temática e oferecer mais material se for preciso. Os exames são estruturados de forma a ajudar-nos a estudar gradualmente. Não acontecem todos no final (como em Itália, por exemplo)”. 

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“Eu acho que a gestão do ISCAL é muito boa. As salas de aula estão bem estruturadas para que possamos acompanhar as aulas da forma mais segura possível, mantendo distância e abrindo as janelas com frequência. Acho, honestamente, que nada mais poderia ter sido feito”, revela.

Oksana diz ter adorado as aulas com os outros estudantes de erasmus, porque todos vivenciaram “os mesmos problemas” e têm mais tempo livre para se conhecerem melhor do que a maioria dos estudantes que têm família perto. “Adorei todas as aulas de inglês. Era fácil acompanhar as aulas mas, ao mesmo tempo, acho que o curso de português foi muito útil, no início, para me integrar melhor na cidade”, que considera ser linda e repleta de locais incríveis para visitar e conhecer. “A história está em toda a parte e há muitos museus, mas até mesmo ao deambular encontrava novos lugares. Era uma aventura”. Ver o pôr do sol nos miradouros da cidade, ir à praia com amigos, aprender a surfar, fazer piqueniques foram os seus hobbies favoritos. “Dá aquela vibração calma portuguesa que nunca senti em lado nenhum”, diz.            

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Apesar de a pandemia lhe ter retirado a opção de conhecer melhor Lisboa, a jovem afirma que continua a ser uma experiência incrível.  Oksana recomenda todos os estudantes a fazerem Erasmus, porque se encontra um método de ensino completamente diferente e “força a adaptação de todos”, o que diz ser uma habilidade que precisará certamente no futuro. “Exploramos a cultura portuguesa mas não só. Ouvimos os problemas que alguns países viveram (por exemplo, o protesto do aborto na Polónia) e isso deu-me a perceção de que temos que estar mais unidos e lutar pelos direitos de todos”. 

Assim, Oksana Kolesnyk acredita que se tornou uma pessoa mais independente, mais segura de si e mais corajosa. “Além disso, é uma experiência importante para adicionar ao seu curriculum vitae”.

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